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Comércio de Sintra pode retomar horários pré pandemia

Noticias 25 de Agosto de 2020


Os estabelecimentos comerciais de Sintra podem retomar os horários de funcionamento que tinham antes da pandemia, após a decisão do Conselho de Ministros que permite às autarquias fazer alterações de acordo com parecer das forças de segurança e da autoridade local de saúde, deixando de vigorar a obrigatoriedade de abrirem às 10h00 e encerrarem às 20h00.

O presidente da Câmara Municipal de Sintra, Basílio Horta, referiu que “houve unanimidade, junto das entidades, relativamente à proposta que a Câmara de Sintra apresentou para que os estabelecimentos de comércio e prestação de serviços possam voltar a ter o horário que tinham antes da pandemia”.

O autarca sublinhou que esta determinação tem efeitos imediatos e que os comerciantes interessados poderão alargar o horário de funcionamento dos seus estabelecimentos, mediante comunicação prévia e compromisso de honra em como cumprirão todas as recomendações exigidas. 

Na base desta decisão de restabelecer os horários está a evolução favorável da situação da pandemia no município e a necessidade de combater os efeitos económicos e sociais negativos.

Importa fomentar o reinício da atividade económica com a plenitude possível, face à atual situação de pandemia que ainda vivemos, sendo para isso determinante a retoma dos hábitos de consumo inerentes aos horários preexistentes sem nunca perder de vista as limitações inerentes à proteção da saúde pública.

Os proprietários ou titulares dos estabelecimentos que pretendam praticar os horários anteriores à pandemia ficam obrigados a apresentar à Câmara Municipal de Sintra uma comunicação prévia da qual conste a manifestação expressa da sua vontade nesse sentido, com a indicação do horário de abertura e encerramento do respetivo estabelecimento.

A apresentação deve ser feita através de e-mail (para dlae@cm-sintra.pt) ou apresentada junto dos serviços da autarquia, previamente ao inicio da pratica do novo horário.

Declaração sob compromisso de honra AQUI

Consulte o Despacho nº 44-P/2020 AQUI

O extinto concelho de Colares

Histórias por Jofre alves 25 de Agosto de 2020

O concelho de Colares foi extinto em 1855 e anexado ao município de Sintra, mas a fotografia mostra o estado do pelourinho municipal e a antiga Casa da Câmara de Colares, em foto datada de 1951.

Por: Jofre Alves

Colares e Uma Pintura do Rei Dom Carlos

Histórias por Jofre alves 17 de Agosto de 2020

Dom Carlos foi Rei de Portugal (1889 – 1908); diplomata; cientista; oceanografista; ornitologista; pintor de aguarelas; fotógrafo; caçador; lavrador.

Em 1885, sendo ainda Príncipe Real e herdeiro da Coroa, esteve em Colares, onde pintou diversos quadros, entre as quais esta belíssima aguarela com a legenda «Varzea de Collares. 1885».

Por: Jofre Alves

“Dou todos os dias o máximo” diz Pedro Filipe, Presidente da J. F. Colares, em entrevista ao Correio de Sintra

Noticias 10 de Agosto de 2020

Pedro Filipe, Presidente da J. F. Colares, em entrevista ao jornal Correio de Sintra queixa-se da falta de locais onde depositar os resíduos verdes, e outros resíduos, como monos, que são depositados ilegalmente pela freguesia, entre outras situações, dando conta das condições de funcionamento do Centro de Saúde de Colares, dizendo que “sempre foi pequeno. É mínimo”, para servir a população. “Como está, é um caos”.

Ainda sobre o Centro de Saúde de Colares diz, “Já falei com o presidente [Basílio Horta], que se mostrou sensibilizado com esta nossa preocupação” dando a entender que “o espaço vai ser requalificado, com a instalação de um módulo da parte de trás do atual edifício. Tenho a promessa e acredito no presidente da Câmara de Sintra na requalificação daquele espaço”.

Leia a entrevista na integra no jornal Correio de Sintra

Especial Colares

Faria da Costa: Um Arquitecto da Praia das Maças

Histórias por Jofre alves 3 de Agosto de 2020

João Guilherme Faria da Costa, nasceu na vila de Sintra (1906).

Foi diplomado em urbanismo pelo Instituto de Urbanismo da Universidade de Paris (1935); fez a casa da Praia das Maçãs no Bairro dos Arquitectos (1935); licenciado em Arquitectura pela Escola de Belas Artes de Lisboa (1936); arquiteto urbanista; tinha uma casa de residência na Praia das Maçãs; funcionário dos serviços técnicos da Direcção-Geral dos Serviços de Urbanização e Obras da Câmara Municipal de Lisboa (Janeiro de 1938 – Agosto de 1946); projecto de ampliação da Câmara Municipal de Sintra (1943); projeto de um restaurante com esplanada na Praia das Maçãs (1944); projecto do Cinema Carlos Alberto, na Portela de Sintra (1944); projecto do Edifício Casino na Praia das Maças (1945); professor da Escola Superior de Belas Artes de Lisboa (Novembro de 1945); projecto do edifício na Avenida Heliodoro Salgado, em Sintra (1946); plano de urbanização de São José da Urca, freguesia de Colares (1946); projecto de reclassificação do Santuário de Santa Luzia, em Viana do Castelo (1948);  projecto de alteração e ampliação da Casa Rústica na Avenida do Atlântico, no Rodízio, concelho de Sintra (1948); vencedor do Prémio Valmor / Prémio Municipal de Lisboa em Arquitectura, com um edifício no Restelo (1952); projecto da piscina da Praia das Maçãs (1952); projeto da moradia Martinho no lugar das Marinhas de Banzão, freguesia de Colares (1955); projecto do posto de abastecimento de gasolina da Praia das Maças (1959).

Faleceu em Lisboa (1971).

O seu nome consta da toponímia das Azenhas do Mar, freguesia de Colares; o seu nome consta da toponímia do Bairro da Encarnação, em Lisboa (1971); o seu nome consta da toponímia da freguesia de Carnaxide, em Oeiras.

NOTA: Como a obra urbanística do arquitecto Faria da Costa é vastíssima, optamos por referenciar somente os trabalhos que fez no concelho de Sintra, com uma ou outra excepção.

Jofre Alves

D. Dinis de Melo e Castro: um Bispo natural de Colares

Histórias por Jofre alves 27 de Julho de 2020

D. Dinis de Melo e Castro, filho de Francisco de Melo e Castro e de D. Beatriz Nobre, nasceu em Colares (1570).

Fidalgo; doutor em Direito Canónico (1595); Juiz Desembargador dos Agravos do Paço (1605); Governador e Regedor da Justiça do Reino (1615); patrocina e paga a reedificação do Convento de Santa Ana do Carmo de Colares (1619); manda construir o Palácio Melo e Castro ou Palácio do Castelo Velho, em Colares (1620); fundador da Irmandade da Santa Casa da Misericórdia de Colares (1623); fundador e padroeiro da Igreja da Misericórdia de Colares (1623); conselheiro do Conselho de Sua Majestade o Rei (1625); Bispo de Leiria (Dezembro de 1627 – Agosto de 1636); elevou o lugar de Coimbrão, em Leiria, à condição de freguesia de São Miguel de Coimbrão (1636); Bispo de Viseu (Agosto de 1636 – Maio de 1639); provedor da Santa Casa da Misericórdia de Viseu (1638 – 1639); doou a sua Quinta de Vila Nova dos Arciprestes à Misericórdia de Viseu para assistência dos pobres e das Misericórdias da Diocese de Viseu (1639); Bispo da Guarda (Maio de 1639 – Novembro de 1640).

Faleceu em Lisboa (24 de Novembro de 1640); sepultado na Igreja Conventual do Convento de Santa Ana do Carmo, em Colares (1640).

O seu nome consta da toponímia de Coimbrão (Leiria).

Brandão de Vasconcelos

Histórias por Jofre alves 21 de Julho de 2020

António Teixeira Brandão de Vasconcelos nasceu em Arouca (1866).

Foi bacharel formado em Medicina pela Universidade de Coimbra (1890);
médico em Colares (1891 – 1934); médico municipal em São João das
Lampas; lavrador em Colares; proprietário em Colares; deputado na Nação na Assembleia Nacional Constituinte da República (1911); senador do Senado da República (1911 – 1915); dirigente da Associação de Caridade de Sintra; benemérito na região de Colares e de Sintra; dirigente associativo; fundador da Adega Regional de Colares (1931); deixou ao Estado, em testamento, a sua Quinta da Sarrazola para aí ser instalada uma escola agrícola para a região do vinho de Colares, em memória de sua filha D. Alda Madureira Brandão de Vasconcelos (1934).

Faleceu em Colares (14 de Janeiro de 1934).

O seu nome consta da toponímia de Arouca, das Azenhas do Mar e de
Colares.

Por: Jofre Alves

Procissão em honra de Nossa Senhora da Praia é finalista regional entre 140 nomeados para as 7 maravilhas da cultura popular portuguesa.

Noticias 13 de Julho de 2020

Procissão em honra de Nossa Senhora da Praia, Praia das Maçãs, é finalista regional entre 140 nomeados para as 7 maravilhas da cultura popular portuguesa.
A população e veraneantes da Praia das Maçãs estão de parabéns por terem chegado até aqui, mas agora é preciso a ajuda de toda a gente a votar rumo à grande final: 760 207 831

Autarquia de Sintra promove “Táxi Social”

Noticias 25 de Junho de 2020

A Câmara Municipal de Sintra, em colaboração com as associações de bombeiros do concelho, desenvolve o programa municipal “Táxi Social”, destinado ao transporte da população sénior em situação de carência económica.

O programa consiste no transporte adequado, seguro e de forma gratuita da população sénior e economicamente carenciada, efetuado por entidades licenciadas para o efeito, permitindo o transporte não urgente da população sénior para estabelecimentos e serviços de saúde, facilitando o acesso deste segmento da população a consultas, internamentos ou exames complementares de diagnóstico e terapêutica.

O Táxi Social não abrange o transporte urgente de doentes e não se aplica a consultas e outros cuidados primários de saúde realizados nos Centros de Saúde e Extensões de Saúde locais.

Este serviço está limitado a um número máximo de 12 deslocações – ida e volta por utente.

Podem candidatar-se a este programa os munícipes com residência no concelho há mais de 2 anos, com idade superior a 65 anos, e que cumpram cumulativamente os seguintes critérios: 

  • Apresentem rendimento mensal per capita do respetivo agregado familiar igual ou inferior a 50% do valor da retribuição mínima mensal garantida;
  • Não tenham direito à requisição de transporte emitida pelos estabelecimentos e serviços do SNS e entidades com contrato ou convenção para prestação de cuidados de saúde;
  • Sejam titulares de prescrição médica emitida no âmbito dos estabelecimentos ou serviços do SNS ou por entidades com contrato ou convenção, para cuidados de saúde cujo acesso implique o recurso a transporte;
  • Não tenham dívidas ao Município, aos SMAS ou a empresas do sector empresarial local do Município.

formulário de candidatura deverá ser entregue no Espaços e Lojas do Cidadão, mediante marcação prévia para a Linha Azul 219 241 686. 

De salientar que a autarquia disponibiliza uma linha de apoio telefónico, a Linha Sintra Sénior – 800 206 275, que visa informar, esclarecer e orientar o cidadão idoso e a sua família. O serviço é gratuito e funciona 24 horas por dia.   

Consulte AQUI o Regulamento Municipal do Táxi Social

Mais informações:

Departamento de Solidariedade e Inovação Social

Tel: 219 236 043

Fax: 219 236 038

Email: dsas.nucleoidosos@cm-sintra.pt  

Ciclovia de ligação da Avenida do Atlântico às zonas balneares em conclusão

Noticias 25 de Junho de 2020

A ciclovia de ligação da Avenida do Atlântico às zonas balneares, com extensão de um quilómetro e investimento de 370 mil euros, está em fase de conclusão com a execução da sinalização horizontal, fresagem e pavimentação da via.

Localizada entre a rotunda da Av. do Atlântico e o estacionamento na Praia Grande, na Freguesia de Colares, os trabalhos da ciclovia incluem a execução de lancis e calçadas, a fresagem do pavimento de circulação automóvel, seguida de aplicação de camada de betão betuminoso e o revestimento superficial da ciclovia em slurry de cor vermelha.
Esta ciclovia será continua à Ciclovia Atlântica, com uma extensão de cerca de 4 km, que irá ligar Colares à Praia Grande.

Para o presidente da Câmara Municipal de Sintra, Basílio Horta, “os investimentos que a autarquia tem vindo a realizar na construção de ciclovias é de extrema importância, pois permite criar alternativas mais sustentáveis e ecológicas, melhorar o tráfego rodoviário, e possibilita o lazer entre pessoas e famílias”.

Este investimento visa melhorar a capacidade de circulação e as condições de segurança rodoviária do local, promover a mobilidade urbana sustentável, potenciar o uso de bicicleta em articulação com as deslocações pedonais e outros meios de transporte, e reduzir o consumo energético e impacto ambiental em território inserido no Parque Natural Sintra-Cascais.

“Quem vive, trabalha e visita Sintra, vai poder andar a pé e de bicicleta numa rede de 39 km de ciclovias e numa malha de circuitos pedonais que ligarão as escolas básicas, os parques urbanos e os principais pontos de interesse”, sublinhou o presidente da autarquia. “Caminhar, andar, estreitar relações sociais no nosso município será mais confortável, permitindo estilos de vida mais saudáveis”, defendeu Basílio Horta.

A autarquia continua assim a seguir o plano para a criação de um conjunto de ciclovias no município, correspondentes a 39 km, que teve início com a ciclovia entre a Portela de Sintra e Mem Martins, inaugurada em 2016 e da ciclovia que liga Agualva a Massamá, inaugurada em 2018.

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