Sobre Guia de Colares
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A Praia das Maçãs vista de outro ângulo
Espectacular video de Francisco Rodrigues da Frarovideo.. apreciem!
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Sintra vai ter Centro de Distribuição de Ração a Animais de Famílias Carenciadas
A Câmara Municipal de Sintra e a associação Animalife vão abrir um Centro de Distribuição de Ração a Animais de Famílias Carenciadas cujo objetivo é ajudar pessoas com dificuldades económicas a alimentar e cuidar dos seus animais.
Este novo centro vai funcionar na zona de escritórios das antigas instalações do Canil Municipal de Sintra e a abertura está prevista para o mês de setembro, após a adequação do espaço às suas novas funcionalidades.
A parceria surge da necessidade de combater o aumento do número de animais abandonados no concelho, que tem crescido, em média, 15 a 20% por ano, tendo-se registado 2500 abandonos só no ano passado, segundo dados da Câmara Municipal de Sintra.
Fonte: Veterinária Actual
Maçãs GLIMMER FEST 2014
Realiza-se no Barraca Bar, Praia das Maçãs, nos dias 21 e 22 de Agosto o Maçãs GLIMMER FEST 2014 e que conta com o seguinte cartaz:
Quinta-feira 21 – THE OFFSHORES + THE BLACK MAMBA
Sexta-feira 22 – KING & THE TURBO DOG + CHAPA DUX
10€ pessoa/dia com duas imperiais
Bilhetes brevemente à venda
Apoios:
Câmara Municipal de Sintra
Junta de Freguesia de Colares
Cerveja Sagres
Fonte: Facebook Barraca Bar
Evento no Facebook: Maçãs GLIMMER FEST 2014
Festival do Mar em Almoçageme
O Centro Tinkuy, em Almoçageme, realiza no próximo sábado, 19 de Julho , das 10h às 23h o Festival do Mar. O programa inclui um mercado de artesanato, terapias holísticas, workshops, um pic-nic vegetariano e vários momentos de música.
Entrada livre.
Programa:
10H A 19H
MERCADO DE ARTESANATO
TERAPIAS HOLÍSTICAS:
– Ayurveda
– Shiatsu
– Reflexologia e Calatonia
– Cura Reconectiva
– Massagem tailandesa
– Fasciaterapia
WORKSHOPS:
– Detergentes ecológicos
– Cozinha Vegetariana para Filhos e Pais
– Yoga
– Chi Kung
– …
13H30
Pic – Nic Vegetariano – Traz algum “petisco” vegetariano para partilhar
Tarde:
Momentos com Luísa Barreto (e amig@s)
a não perder!
19h
Concerto com HUGO CLARO (Quarteto) 8 tinkuys
21h
PETISCOS VEGETARIANOS (sopas, salgados e doces, saladas e surpresas… a preços muito simpáticos)
23h em diante
PERCUSSÃO-JAM SESSION UNPLUGGED FOGUEIRA – CIRCULO ABERTO
E muito mais!
Fonte: Blog do Centro Tinkuy
Sintra recebe Feira Quinhentista
A Praça D. Fernando II, em São Pedro, vai ser palco da Feira Quinhentista, de 17 a 20 de julho, uma iniciativa que este ano é dedicada aos 500 anos do Foral Manuelino de Sintra. A entrada é livre.
A Feira Quinhentista vai divulgar o património existente e simultaneamente enquadrar os visitantes num dos períodos mais exuberantes da história. A iniciativa recria ofícios da época, mercadores de outras paragens, tascas e tavernas com muitos folguedos de dança, música, poesia, saltimbancos, teatro e oficinas.
No panorama das cidades e vilas do Portugal de então, Sintra surge em lugar de destaque, prova disso é a fixação da corte de D. Manuel em diferentes épocas do seu reinado. Devido à presença da numerosa corte, D. Manuel manda realizar grandes obras nos seus paços de Sintra, não só adaptando e construindo novas alas, mas também decorando o seu interior com os famosos azulejos hispano-árabes que ainda hoje são um dos ex libris do Palácio Nacional de Sintra.
Horário:
17 e 18 de julho – das 17h00 às 24h00
19 e 20 de julho – das 13h00 às 24h00
O evento é organizado pela Câmara dos Ofícios, lda. com o apoio da Câmara Municipal de Sintra.
Fonte: CM Sintra
Proprietária avança com obras em muro para reabrir estrada no Penedo
A reparação do muro de uma quinta que ameaça ruir, e levou ao corte da estrada que liga o Penedo a Almoçageme (Sintra) desde janeiro, deve ficar pronta dentro de “cinco a seis semanas”, anunciou a proprietária.
“Já temos a licença, o construtor deve ter as máquinas prontas na terça e na quarta-feira deve arrancar a reparação do muro”, disse hoje à agência Lusa a proprietária da Quinta de Cima, Filipa Azevedo.
Embora o prazo para a reparação de 25 metros do muro que delimita a quinta esteja estimada em nove semanas, a proprietária adiantou que “o construtor acredita poder concluir a obra em cinco a seis semanas”, se não surgirem imprevistos.
A população da aldeia do Penedo aguarda desde janeiro pela reparação do muro da quinta nas Casas Novas, com cerca de 4 metros de altura e 100 metros de comprimento, cujo estado obrigou a vedar à circulação a estrada que liga a Almoçageme.
“Por causa de cerca de 150 metros temos que dar uma volta de cinco ou seis quilómetros”, lamentou, no final de maio, em declarações à Lusa, Nelson Santos, morador de 61 anos.
“As pessoas estão cansadas de suportar esta situação e de não terem uma alternativa de acesso, nem sequer pedonal”, criticou, em declarações anteriores, José Pereira, residente no Penedo e comerciante em Almoçageme.
A população tentou boicotar, a 25 de maio, as eleições para o Parlamento Europeu, mas a garantia da Câmara de Sintra de que ia avançar com obras coercivas demoveu o protesto e as urnas abriram com uma hora de atraso.
Numa reunião do executivo, o presidente da autarquia, Basílio Horta (PS), reconheceu “urgência” na intervenção, mas notou ser uma obra dispendiosa e que a casa pertence ao advogado Vale e Azevedo e “está numa sociedade ‘offshore'”.
No entanto, os protestos da população levaram a câmara a decidir-se pela posse administrativa da quinta com vista a assumir a realização das obras e a imputar os custos à proprietária.
Filipa Azevedo, da Imaved, estranhou na altura a estimativa apontada pela autarquia de cerca de 40.000 euros para os trabalhos, uma vez que possuía um orçamento de pouco mais de metade do valor.
A proprietária comunicou em maio à câmara que o orçamento de 25.239 euros excedia “largamente as capacidades financeiras” da empresa, mas após novos contactos com a autarquia optou por realizar as obras “após um ajustamento” às estimativas iniciais.
Na prática, segundo explicou Filipa Azevedo, uma nova metodologia para a realização da obra, “com a demolição dos 25 metros de muro e a intervenção imediata do arqueólogo”, para verificar da existência, ou não, de vestígios arqueológicos, permitirá conter custos.
A proprietária mostrou-se satisfeita com a solução, apesar de “lamentar uma burocracia desnecessária dos serviços da câmara, que primeiro disseram que não era preciso licença para a obra e depois exigiram todo o tipo de documentos”, previstos num processo de licenciamento numa zona sensível da serra de Sintra.
*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico aplicado pela agência Lusa
Fonte: I Online/Lusa
Foto: Rádio Ocidente